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Josiah Queen desabafa sobre medo de fracasso e descarta uso de inteligência artificial em composições

today15 de agosto de 2026 3

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O cantor e compositor norte-americano Josiah Queen, de 23 anos, abriu o jogo sobre os bastidores e os desafios emocionais de sua rápida ascensão na música cristã contemporânea. Em entrevista ao podcast de Keenan Clark (Things You DIDN’T Know About JOSIAH QUEEN), o artista revelou crises de ansiedade, o receio de que seus próximos projetos não alcancem o público e estabeleceu uma postura rígida contra o uso de inteligência artificial na criação de suas letras.

Com o crescimento de sua carreira e a expansão de turnês, o músico explicou que a responsabilidade aumentou consideravelmente pelo fato de gerentes e membros de sua própria família  incluindo seus irmãos trabalharem com ele em tempo integral. Esse cenário gerou um peso emocional constante sobre o futuro:

“Há muita pressão sobre mim para produzir. O que acontece se o próximo álbum fracassar?”, desabafou o cantor, confessando que precisou aprender a entregar essa sobrecarga a Deus para não adoecer internamente tentando carregar a estrutura sozinho.

Questionado sobre as novas tecnologias na indústria musical, Josiah foi categórico ao afirmar que é contra terceirizar o processo criativo para ferramentas como o ChatGPT. Embora utilize inteligência artificial apenas para fins práticos e cotidianos, como buscar restaurantes, ele rechaçou o uso nas letras por considerar que a prática afasta o artista da dependência espiritual, defendendo que suas canções continuem nascendo do estudo bíblico, da oração e de vivências reais.

O artista também abordou a dinâmica com a família e o público. Ao lado da esposa, Trinity Queen, ele mantém o hábito de reservar de 10 a 15 minutos em cada show para a leitura das Escrituras e oração com a plateia, mesmo lidando com cobranças por apresentações estritamente voltadas ao entretenimento. Ele também optou por permanecer na Flórida em vez de se mudar para Nashville — conselho dado pelo cantor Tauren Wells  para se manter cercado de pessoas que o conheciam antes do estrelato, contando com seu irmão Caleb na função de gerente de turnê e o caçula Elijah na bateria.

Relembrando o início de sua trajetória, quando limpava pisos na igreja do pai e precisou deixar a folha de pagamento ao priorizar as viagens ministeriais, Queen encerrou a entrevista orando pelos ouvintes e ressaltou que o sucesso não o fez se sentir invencível, mas aumentou sua consciência sobre a relevância de manter a fé no centro de sua vocação.

Escrito por Criativa Radio

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