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Evangélica é expulsa de avião e banida por companhias aéreas após pregar no corredor durante atraso de voo

today2 de agosto de 2026 11

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A evangelista e influenciadora digital Whitney Lynn, de 40 anos, foi retirada de um voo da Alaska Airlines que partia de Orlando com destino a San Diego, nos Estados Unidos. O episódio ocorreu após a passageira se levantar no corredor da aeronave durante um atraso no embarque e começar a pregar para os demais passageiros.

Em vídeos gravados e publicados pela própria influenciadora  que somam milhões de visualizações nas redes sociais, Lynn aparece dizendo aos passageiros que a frustração com a espera fazia parte do “plano de Deus” e que a situação poderia estar livrando todos de um perigo maior.

‘Batalha espiritual’ e expulsão

A pregação durou menos de um minuto, mas foi interrompida quando um funcionário da empresa se aproximou e solicitou que ela recolhesse seus pertences e saísse da aeronave, alegando que a tripulação “não se sentia segura” com a sua presença.

Durante o desembarque, Lynn contestou a decisão e afirmou estar sendo vítima de “guerra espiritual” e perseguição religiosa:

“Os demônios não gostam do nome de Jesus. Estamos sendo perseguidos por ser cristãos”, declarou a influenciadora aos passageiros enquanto deixava o avião.

Ela ainda questionou um dos funcionários se ele era de Porto Rico por alegar dificuldade em compreendê-lo, gravando interações posteriores com a polícia do aeroporto e desabafando com passageiros na sala de embarque.

Banimento permanente

Em nota oficial enviada à imprensa, a Alaska Airlines informou que a tripulação ficou “cada vez mais preocupada” com a conduta da passageira e que a remoção ocorreu estritamente por razões de segurança. A companhia confirmou que a influenciadora está proibida de voar na empresa e em suas parceiras (Horizon Air e Hawaiian Airlines) por tempo indeterminado.

Lynn, que viajava para o funeral de um de seus seguidores na Califórnia, criticou o banimento e afirmou que pretende consultar advogados. Segundo ela, as viagens de avião são oportunidades de evangelizar um “público cativo” que “não tem escolha a não ser ouvir a verdade”.

O caso reacendeu o debate nos Estados Unidos sobre pregações em espaços fechados e o limite entre manifestação religiosa e perturbação da ordem em voos comerciais.

Escrito por Criativa Radio

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