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Cory Asbury choca e diverte seguidores com revelações sobre passado rebelde e bastidores da música

today3 de julho de 2026 10

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O público que esperava uma entrevista convencional sobre música de adoração com Cory Asbury foi surpreendido. Durante sua participação no podcast Youth Group Chronicles, gravado enquanto estava em turnê com Forrest Frank, o intérprete do sucesso mundial “Reckless Love” entregou quase uma hora de uma conversa brutalmente honesta, vulnerável e cheia de humor. O cantor abriu o jogo sobre sua adolescência conturbada e comentou as grandes polêmicas teológicas que cercam sua carreira.

Um dos momentos mais impactantes da entrevista foi quando Asbury relembrou sua conduta durante a adolescência. Sem hesitar, o líder de louvor confessou ter sido um “garoto mau”. Ele revelou que frequentava o grupo de jovens pelos motivos errados, ironizando que seu objetivo principal era apenas paquerar garotas e fazer coisas erradas com os amigos. O uso de drogas e álcool dominava sua rotina na época, a ponto de confessar que, na maioria das vezes, ia aos encontros completamente chapado. Surpreendentemente, foi justamente nessa fase conturbada que ele começou a ministrar o louvor, sentindo que Deus já o chamava para o ministério mesmo em meio aos seus erros.

O tom da entrevista flutuou rapidamente do testemunho sério para o riso. Asbury divertiu-se ao comentar um erro bizarro do Google: por anos, ao pesquisar a idade do cantor Brandon Lake, o buscador exibia a foto de Cory Asbury. Ele e os apresentadores brincaram que os fãs frequentemente o confundem não apenas com Lake, mas também com Cody Carnes.

Como não poderia deixar de ser, o maior sucesso de sua carreira entrou em pauta. “Reckless Love” (conhecida no Brasil como “Ousado Amor”) gerou debates teológicos intensos em igrejas pelo mundo devido ao termo “reckless”. Asbury admitiu que, na época, demorou a perceber a dimensão das discussões que tomavam a internet. Ele relembrou uma história hilária de quando uma senhora idosa o abordou educadamente para dizer que se recusava a cantar a letra original, preferindo o termo “purposeful love” (amor com propósito). O cantor brincou com a situação, questionando como ela conseguia encaixar quatro sílabas na métrica da música, e destacou que as pessoas ainda debatem a letra anos após a canção se tornar um hino global.

A reta final do episódio transformou-se em uma celebração das histórias mais absurdas enviadas por ouvintes sobre os bastidores de ministérios de jovens. Asbury e os apresentadores reagiram a relatos inacreditáveis, que incluíram um homem misterioso vestido como Jesus que entrou no culto sob o olhar nervoso da segurança, e um retiro noturno interrompido por uma mulher desconhecida que vagava pela igreja enquanto os estudantes dormiam. Também riram de um estudante que incendiou uma mesa de piquenique ao tentar esquentar um Pop-Tart com um isqueiro e desodorante aerossol Axe, de uma gincana que quase acabou em prisão após os adolescentes simularem um assalto em um posto de gasolina, e de um pregador que disparou o que parecia ser uma arma de verdade durante o apelo no altar, fazendo com que a polícia fosse acionada.

Houve ainda conversas muito divertidas sobre brincadeiras bizarras de grupos de jovens, eventos como o “Jejum de 30 Horas” e os imprevistos inesquecíveis de acampamentos de igreja. Demonstrando um lado raramente visto pelo grande público — autodepreciativo, rápido no gatilho e totalmente disposto a rir da cultura evangélica , Cory Asbury protagonizou o que muitos fãs já consideram uma das participações mais engraçadas do ano em podcasts cristãos.

Escrito por Criativa Radio

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