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Pastor repercute testemunho de Jelly Roll no Grammy: “O Evangelho não cabe em compartimentos”

today3 de fevereiro de 2026 13

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O pastor, médico e vereador de São Paulo, Carlos Bezerra Jr., utilizou suas redes sociais para analisar o impacto do discurso do cantor Jelly Roll durante a 68ª edição do Grammy Awards. Em um vídeo que rapidamente viralizou, Bezerra destaca que a fala do artista norte-americano foi um exemplo raro de como a mensagem cristã pode romper barreiras institucionais e alcançar o grande público de forma autêntica.

Para o pastor, o que aconteceu no palco do Grammy não foi apenas um agradecimento padrão por um prêmio, mas uma “delimitação do Evangelho em público”. Ele ressaltou que Jelly Roll não vem de um “lugar confortável da fé organizada”, mas sim de uma realidade de pobreza, violência e encarceramento em Nashville. Bezerra relembrou que o cantor encontrou a Deus em uma cela de pouco mais de 5 metros quadrados, tendo apenas uma Bíblia e um rádio velho como companhia.

Jesus para todos e a essência do Evangelho

O ponto central destacado por Bezerra foi a afirmação de Jelly Roll de que “Jesus é para todos” e que Ele não pertence a nenhum partido político ou gravadora. “Quando ele afirma que Jesus é para os quebrados, ele está dizendo a partir de si mesmo, sem nenhuma teologia sofisticada”, afirmou o pastor. Bezerra Jr. defendeu que se alguém foi julgado ou expulso usando o nome de Deus, “não era Deus”, citando a vivência prática do capítulo 25 do livro de Mateus.

A conexão com Bad Bunny

O pastor também traçou um paralelo com o discurso de Bad Bunny, o grande vencedor da noite, que usou o palco para pedir compaixão e cuidado com os imigrantes. Embora o rapper porto-riquenho não tenha citado o nome de Jesus, Bezerra argumentou que ele falou “exatamente o que Jesus falou” ao defender os vulneráveis.

Para Carlos Bezerra Jr., o Evangelho apareceu de duas formas naquela noite: pelo nome de Jesus na boca de um homem em reconstrução (Jelly Roll) e pela essência da defesa do próximo (Bad Bunny). O pastor concluiu sua reflexão alertando que o problema não é chamar essas atitudes de “evangelho”, mas sim quando a sociedade “desaprende a reconhecer” a verdadeira mensagem de Cristo.

Escrito por Criativa Radio

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