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Ben Fuller expõe vícios e dores no novo álbum e diz: “Só tenho Jesus agora”

today8 de julho de 2025 13

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O cantor cristão e country norte-americano Ben Fuller, de 38 anos, vem ganhando destaque na cena musical gospel dos Estados Unidos — e faz questão de deixar claro: não está interessado em fingir.

Em entrevista a um portal, Fuller revelou o desejo de viver com “honestidade brutal”, tanto nos palcos quanto fora deles. “Disse aos meninos ontem à noite: isso não é show, é real. É o que Deus fez na minha vida e o que está fazendo agora”, afirmou o artista, que lançou no dia 6 de junho seu novo álbum, Walk Through Fire.

O disco, com 13 faixas, inclui os sucessos Since Jesus e If It Was Up to Me, este último um dueto com a superestrela Carrie Underwood, apresentado no icônico palco do Grand Ole Opry. Fuller também já soma milhões de ouvintes e bilhões de visualizações no TikTok, tornando-se um dos nomes mais promissores da nova geração da música cristã contemporânea.

Nascido em Vermont, Ben Fuller fala abertamente sobre sua trajetória marcada por superações. Foram anos de vício em drogas, o luto pela perda de um amigo por overdose e um relacionamento conturbado com o pai. “Jesus esteve comigo em cada um desses incêndios”, diz ele, fazendo alusão ao título do novo álbum.

Com base no Salmo 139, Fuller reforça que tentou fugir de Deus, mas Ele o alcançou. “Não tem como se esconder. Ele me achou no vício, em Vermont. E Ele me encontrará onde quer que eu vá.”

Mais do que cantar, Ben quer viver o evangelho com autenticidade. “A Bíblia diz que os problemas virão. E quando chegam, sou grato por ter pessoas ao meu redor para dizer: ‘Hoje estou lutando contra a ansiedade, contra a luxúria, contra dúvidas’.” Para ele, trazer à luz essas lutas é parte essencial do cristianismo.

Apesar do sucesso, Fuller decidiu reduzir o ritmo de apresentações: de 130 shows em 2023, para 103 em 2025. “Se estou esgotado, não sou útil para Deus. Quero trabalhar com Ele, não apenas para Ele.”

O cantor também critica a superficialidade de parte da indústria da música cristã. “Conheço músicos que nem oram mais antes de subir no palco. Buscar prêmios, beber demais… tudo isso é desvio de Jesus.”

Na noite em que dividiu o palco do Grand Ole Opry com Carrie Underwood, Fuller diz ter sido surpreendido por um momento de bastidores: “Meu produtor viu a Carrie adorando a Deus sozinha, cantando If I Got Jesus antes de entrar. Isso me marcou mais do que qualquer aplauso.”

Para ele, o impacto das canções não está nas estatísticas, mas na presença de Deus. “As pessoas estão descobrindo que fama, sexo, dinheiro, drogas… nada disso preenche. Quando você já teve tudo e ainda se sente vazio, é aí que você encontra Jesus.”

Fuller testemunha ainda um avivamento real acontecendo em seus shows. Em Sidman, na Pensilvânia, uma jovem com oxigênio rastejou até o palco. “Paramos tudo. Sem luzes, sem roteiro. Pessoas foram curadas. Nunca vi nada igual.”

Aos que lutam com vícios, pecados secretos ou dores profundas, Ben Fuller deixa uma mensagem de esperança: “Você não está sozinho. Eu escondi meu vício por 14 anos. Mas Deus me viu, e Ele também vê você. Só está esperando você chamá-Lo. Não como um palavrão, mas como um Salvador.”

Escrito por Criativa Radio

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