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O ator norte-americano Kirk Cameron, conhecido pela série Growing Pains e por produções de fé cristã, voltou suas atenções à cantora Taylor Swift. Em um vídeo recente publicado no Instagram, Cameron, de 54 anos, afirmou que a pop star exerce uma “espécie de discipulado” sobre milhões de jovens e que suas músicas “glorificam a rebelião e o pecado”.
“Quando uma artista bilionária lança um álbum com letras que zombam de Deus, exaltam a luxúria e apresentam a rebeldia como empoderamento, isso se torna o sermão mais poderoso que a juventude americana ouvirá neste ano”, disse.
Segundo ele, a influência da cantora sobre adolescentes pode substituir, de forma perigosa, a orientação dos pais. “Ela não tem filhos, mas consegue ‘discipular’ os filhos dos outros da maneira que quiser”, completou.
As críticas a Swift não ficaram restritas a Cameron. A ex-médium Jenn Nizza, hoje cristã e apresentadora do podcast Ex-Psychic Saved, acusou a artista de promover práticas ligadas ao ocultismo e à numerologia.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, Nizza destacou a ligação da cantora com o número 13, apontado por Swift como seu “número da sorte” desde o início da carreira. Para a ex-médium, a numerologia representa “um tipo de adivinhação que abre portas para opressão espiritual”.
“Ela embala isso de forma bonita, mas está introduzindo práticas demoníacas no imaginário das massas”, afirmou.
A cantora já havia sido alvo de críticas de líderes cristãos em 2024, quando lançou o álbum The Tortured Poets Department. A faixa Guilty As Sin foi apontada como um exemplo de irreverência, com trechos que fazem referência direta a imagens bíblicas.
Na mesma época, o ex-integrante da boy band Boyzone, Shane Lynch, também acusou Swift de inserir “elementos satânicos” em seus shows, enquanto o pastor Shane Pruitt, da Convenção Batista do Sul, recomendou que pais cristãos reconsiderassem se deveriam permitir que seus filhos consumissem a obra da cantora.
“Há diferença entre música secular e música que é claramente anticristã”, escreveu Pruitt em artigo.
Apesar das críticas, Taylor Swift segue como um dos maiores fenômenos da música mundial, com turnês esgotadas, engajamento recorde nas redes sociais e uma base de fãs que ultrapassa gerações. A influência da artista, porém, tem alimentado um debate dentro da comunidade cristã sobre os limites entre cultura pop, espiritualidade e fé.
Escrito por Criativa Radio
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