Noticias

Newsboys e empresário processam grandes nomes do gospel por suposta difamação e monopólio

today30 de abril de 2026 12 1

Fundo
share close

A banda cristã Newsboys e seu proprietário, Wes Campbell, moveram uma ação judicial federal no Tennessee alegando suposta difamação e violações antitruste contra figuras centrais da indústria musical cristã contemporânea (CCM), incluindo o grupo MercyMe e seu vocalista, Bart Millard. A queixa, apresentada no Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Médio do Tennessee, acusa promotores de concertos, entidades sem fins lucrativos e veículos de comunicação de participarem do que descreve como um suposto esquema abrangente para prejudicar a reputação dos autores e eliminá-los do ecossistema de turnês cristãs. O documento afirma que as ações dos réus teriam supostamente destruído os ministérios e a vida profissional dos músicos e de suas famílias por meio de condutas anticompetitivas e disseminação de declarações que os autores alegam ser falsas.

Entre os citados no processo está a LiveCo/TPR, descrita na ação como uma suposta força dominante formada pela consolidação de várias agências, o que teria criado um suposto monopólio sobre a promoção de concertos cristãos. A organização World Vision também é mencionada por supostamente garantir acesso exclusivo para captação de recursos nesses eventos, o que, segundo o processo, teria limitado as oportunidades para outros parceiros ligados a Campbell. Além disso, o veículo The Roys Report é alvo de alegações de suposta difamação devido a artigos publicados entre 2025 e 2026 sobre um incidente ocorrido em 2014 envolvendo a equipe de turnê da banda.

Enquanto a maioria dos réus ainda não se manifestou publicamente sobre o caso, Julie Roys, fundadora do The Roys Report, declarou que o veículo mantém a integridade de suas reportagens e pretende abordar as alegações por meio do processo legal apropriado. O caso segue em tramitação e representa um embate jurídico significativo nos bastidores do entretenimento cristão norte-americano, levantando questões sobre supostas irregularidades contratuais e o uso de informações confidenciais para fins de mercado.

Escrito por Criativa Radio

Rate it