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Kirk Cameron critica influência de Taylor Swift: “Ela zomba de Deus e normaliza o pecado”

today29 de agosto de 2025 51

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O ator norte-americano Kirk Cameron, conhecido pela série Growing Pains e por produções de fé cristã, voltou suas atenções à cantora Taylor Swift. Em um vídeo recente publicado no Instagram, Cameron, de 54 anos, afirmou que a pop star exerce uma “espécie de discipulado” sobre milhões de jovens e que suas músicas “glorificam a rebelião e o pecado”.

“Quando uma artista bilionária lança um álbum com letras que zombam de Deus, exaltam a luxúria e apresentam a rebeldia como empoderamento, isso se torna o sermão mais poderoso que a juventude americana ouvirá neste ano”, disse.

Segundo ele, a influência da cantora sobre adolescentes pode substituir, de forma perigosa, a orientação dos pais. “Ela não tem filhos, mas consegue ‘discipular’ os filhos dos outros da maneira que quiser”, completou.

Acusações de práticas ocultistas

As críticas a Swift não ficaram restritas a Cameron. A ex-médium Jenn Nizza, hoje cristã e apresentadora do podcast Ex-Psychic Saved, acusou a artista de promover práticas ligadas ao ocultismo e à numerologia.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, Nizza destacou a ligação da cantora com o número 13, apontado por Swift como seu “número da sorte” desde o início da carreira. Para a ex-médium, a numerologia representa “um tipo de adivinhação que abre portas para opressão espiritual”.

“Ela embala isso de forma bonita, mas está introduzindo práticas demoníacas no imaginário das massas”, afirmou.

Outras polêmicas

A cantora já havia sido alvo de críticas de líderes cristãos em 2024, quando lançou o álbum The Tortured Poets Department. A faixa Guilty As Sin foi apontada como um exemplo de irreverência, com trechos que fazem referência direta a imagens bíblicas.

Na mesma época, o ex-integrante da boy band Boyzone, Shane Lynch, também acusou Swift de inserir “elementos satânicos” em seus shows, enquanto o pastor Shane Pruitt, da Convenção Batista do Sul, recomendou que pais cristãos reconsiderassem se deveriam permitir que seus filhos consumissem a obra da cantora.

“Há diferença entre música secular e música que é claramente anticristã”, escreveu Pruitt em artigo.

Um debate que divide opiniões

Apesar das críticas, Taylor Swift segue como um dos maiores fenômenos da música mundial, com turnês esgotadas, engajamento recorde nas redes sociais e uma base de fãs que ultrapassa gerações. A influência da artista, porém, tem alimentado um debate dentro da comunidade cristã sobre os limites entre cultura pop, espiritualidade e fé.

Escrito por Criativa Radio

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